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Arbitral começa a definir Estadual
Feminino
Banco de
Imagens/Paulo Roberto Rodrigues

O Cepe-Caxias, de Luiz Carlos Neves, ganhou o título no Sub-15
Paulo Roberto Rodrigues
Após
muita indefinição por parte da Federação de Futebol do Estado do Rio
de Janeiro quanto a organização do Campeonato Estadual de Futebol
Feminino, nas categorias adulto e sub-15, foi confirmado para a
próxima segunda-feira (11), às três da tarde, no auditório da
entidade, o arbitral que discutirá o número de participantes, fórmula
de disputa e outros assuntos referentes ao campeonato nas duas
categorias. Os certames são aguardados com grande expectativa pelos
desportistas da modalidade, que vem atraindo a cada ano, mais
torcedores em seus jogos.
Pelo calendário da Ferj, o Estadual já deveria ter começado na
primeira semana de abril, mas deverá ser confirmado para o final deste
mês ou começo de junho. Para esta reunião foram convidados, o Vasco da
Gama, Flamengo, Fluminense, Mesquita, Bangu, Cepe-Caxias, Guarani,
Esperança, Paraty, Campo Grande, Volta Redonda, Friburguense,
Sumidouro, Team Chicago, Tigres do Brasil e USS/Vassouras. Essas
equipes deverão confirmar, ou não, a participação nas competições.
No ano passado tanto o Estadual Adulto como o Sub-15 foram sucesso de
público. A torcida compareceu para prestigiar as atletas. Na principal
categoria do estado, o Campo Grande, da treinadora Mara Gomes, é o
atual campeão e o vice é o Volta Redonda. A final de 2008 foi no
Raulino de Oliveira. Já na Sub-15, o Cepe-Caxias, do técnico Luiz
Carlos Neves, faturou o título, nos pênaltis, na decisão contra o
Flamengo, no estádio Leônidas da Silva.
Taxa de arbitragem elevada
Uma das reclamações dos dirigentes é quanto ao alto custo das taxas de
arbitragem na competição passada. "A Ferj tem que olhar com mais
carinho para o valor das taxas, já que a maioria das equipes não tem
condições de pagar aos árbitros um valor elevado, como se fosse
competições a nível do masculino profissional", disse um dirigente que
pediu para não ser identificado.
Outro dirigente (não-relacionado para o arbitral), disse que é
inviável para um time feminino sem patrocínio jogar o estadual: “Se a
partida for na Capital, o clube mandante paga em torno de oitocentos
reais. No interior o valor é mais caro porque tem mais trinta reais
por componente do quarteto e ainda o reembolso das passagens, se for o
caso. Chega Perto de mil e duzentos reais, contando com outras
despesas”, conta o cartola, que prefere jogar torneios avulsos no Rio
e em outros estados. (Colaborou: Jota Carvalho).
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